Eu guardo dentro de mim a liberdade de pensamento.
Ela voa solta com o vento e toca quente
num portento de glória, onde a história tem lugar.
Enquanto tiver sopro, vou ficar...e ninguém vai afastar
este meu sonho de conquista, este sonho altruísta
amarrado aos nenúfares da fantasia,
escondido do peso da hipocrisia e das ideias tormentosas
que fazem da pessoa humana um barco à deriva em alto mar.
Eu quero escrever um poema de amor!
Paralisei quando te encontrei.
E não sei porquê, dei por mim a parar em qualquer lugar,
não sei porquê...a suspirar de encantamento e ao ver-te
não te via, porque falar-te não podia.
Eras a minha fantasia.
Livre não sou,
Tu és a vida que eu não agarrei. Tu és o amor que eu sonhei
e nunca vais saber quem sou.
Livre não sou.
Dediquei-te a mocidade do tempo que já passou.
De, Anna Netto
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