Eis a voz dos que não são ouvidos
que chamam,
que murmuram,
que calam...
Eis o Deus
presente, ausente,
indiferente...
Eis a fala dos que ainda
ousam...
Para que a luz
se acenda na casas
e transborde...
No campos
Nos montes
Nos desertos
No coração dos homens
e permaneça...
Repleta de vida
De sonhos,
De esperanças,
Neste redondo mundo
onde o fim, é também
o seu início.
De, Constança Brito
Sem comentários:
Enviar um comentário